Portugal



Tanta tinta gasta em relação ao hospital militar que salvou vidas em plena pandemia, e agora surge um altar mor de milhões para o Papa. Como ateia,  e respeitando os que não são, sugiro o  Santuário de Fátima para esses eventos, pois temos que aproveitar os recursos já existentes para essas obras gigantescas de milhares de euros que a igreja não paga, mas sim o Estado, onde o mesmo se aplica para o aeroporto, em Beja.  Portugal é um país pobre e dependente de terceiros, e não se  pode dar ao luxo de  continuar a alimentar a vaidade e a opolência, porque a inteligência politica é para tirar conclusões válidas e aceitáveis, e não para continuar a cair nos mesmos erros e vicios, porque a democracia não é um jornal que se lê e deita-se no lixo.

Eulália Barros








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